terça-feira, 29 de março de 2011

Coelhos PPFR / Programa Prático para Formulação de Rações

quinta-feira, 3 de março de 2011

resutanto da quina

Quina

Concurso n. 2537

VALOR LÍQUIDO ACUMULADO PARA O CONCURSO ESPECIAL DE SÃO JOÃO - R$ 36.452.192,00.

Acumulou

Estimativa de Prêmio
R$ 900.000,00
*para o próximo concurso, a ser realizado em 03/03/2011


Valor Acumulado para a Quina:
R$ 434.753,55

  • 12
  • 46
  • 48
  • 72
  • 77


Faixa de premiaçãoNº de ganhadoresValor do Prêmio (R$)
Quina00,00
Quadra674.634,90
Terno4.417100,43

Arrecadação Total: R$ 4.031.211,00

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

acidente em arapiraca.

Acidente em Arapiraca deixa duas pessoas mortas
Colisão entre veículos de passeio foi registrada no povoado 'Pau Ferro'
  Gazetaweb - com Dulce Melo
Duas pessoas morreram em um grave acidente ocorrido na AL-115, próximo ao povoado 'Pau Ferro', em Arapiraca, na madrugada deste domingo (27). Um Fiat Pálio e um Celta se envolveram em uma colisão e os condutores foram as vítimas fatais.

Lucas Machado de Lima, de 27 anos, dirigia o Pálio de cor cinza e placa MUV-4016/AL. Ele viajava no sentido Arapiraca/Lagoa da Canoa quando, na tentativa de arriscada ultrapassagem, colidiu com o Celta de cor prata e placa NMB-3501/AL, conduzido por Antônio Aparecido Ferreira, de 52 anos.

Antônio teria falecido ainda no local do acidente, não resistindo à gravidade dos ferimentos. Já Lucas Machado ainda chegou a ser socorrido e levado para a Unidade de Emergência Doutor Daniel Houly, em Arapiraca, onde veio a falecer.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

VACINAÇÃO ACTUAL

VACINAÇÃO ACTUAL

Existe na actualidade várias vacinas comerciais para a Mixomatose e a DHV, onde apenas são permitidas em países com elevadas taxas de prevalência destas doenças, como é o caso de Portugal e Espanha. Estas vacinas são usadas nomeadamente nas cuniculturas (onde se inclui a criação de coelho bravo em cativeiro) e nos coelhos domésticos, possibilitando uma protecção imunitária na ordem dos 100% nestes coelhos.
Existem dois tipos de vacina para a Mixomatose: as vacinas homólogas, preparadas a partir de estirpes atenuadas vivas deste vírus ou as vacinas heterólogas, ou seja a partir do vírus do Fibroma de Shope (vírus semelhante ao vírus da Mixomatose, mas que apenas afecta a lebre e não o coelho, mas induz uma excelente resposta imunitária). Esta última vacina feita a partir do vírus do Fibroma de Shope é em termos de biosegurança a mais indicada para os coelhos bravos de cativeiro, pois a outra vacina feita a partir de estirpes atenuadas (mas vivas) do mixovírus, está completamente contra-indicada a sua utilização em meios infectados!
As vacinas disponíveis para a DHV, são obtidas a partir de triturado de fígado de animais infectados experimentalmente, purificada, onde depois o vírus é inactivado.

PRINCIPAIS DOENÇAS DOS COELHOS

PRINCIPAIS DOENÇAS DOS COELHOS

MIXOMATOSE

Trata-se de uma doença vírica altamente contagiosa causada por um vírus originário do continente americano (família Poxviridae) em que o coelho selvagem americano (género sylvilagus) e a lebre são resistentes à doença mas portadores do vírus. Contudo, quando infectados, o coelho bravo e as raças domésticas que dele derivam desenvolvem uma doença quase sempre fatal num prazo de 6 a 15 dias.
O vírus é transmitido por via directa através do contacto com coelhos doentes, ou por via indirecta através de vectores artrópodes como mosquitos, pulgas, carraças ou piolhos, em cujos aparelhos bucais o vírus se aloja sem no entanto se replicar. A transmissão pode também ocorrer através de vectores mecânicos como jaulas, agulhas, comedouros, alimentos contaminados por excreções e exsudados naso-lacrimais.
A Mixomatose está sujeita a surtos epidémicos anuais, dependendo do clima, da região, da quantidade e tipo de insecto vector presente, logo os meses mais quentes e húmidos (Primavera, Verão e Outono) são os períodos de maior risco.
As taxas de mortalidade registadas inicialmente chegaram a ser de 99%, tendo a virulência do agente diminuído progressivamente devido ao desenvolvimento de resistência genética em algumas populações de coelhos e sobretudo pelo aparecimento espontâneo de estirpes de vírus atenuadas, reduzindo a taxa de mortalidade para 50-75% e prolongando a duração da doença (6 para 30 dias).
Algumas destas estirpes pouco virulentas desempenham um papel fundamental, pois funcionam como vacinas naturais, uma vez que os coelhos que sobrevivem à infecção desenvolvem uma forte resposta imunitária à infecção por estirpes mais virulentas.
As principais manifestações clínicas e lesionais da Mixomatose podem surgir sob duas formas clínicas:
Forma clássica ou nodular: após período de incubação o coelho apresenta edemas e nódulos (mixomas) na cabeça (blefaroconjuntivite) e na zona ano-genital, estendendo-se depois a todo o corpo, ocorrendo a morte após 10 a 15 dias após infecção.

Forma atípica ou respiratória: nestes casos a Mixomatose surge associada a sintomas respiratórios e oculares, sem o aparecimento dos característicos mixomas, originado lesões inflamatórias nas pálpebras, conjuntivas, nariz, hemorragias pulmunares e pneumonias bacterianas.

DOENÇA HEMORRÁGICA VIRAL DO COELHO (DHV)

Também designada por septicemia vírica ou peste chinesa, foi detectada pela primeira vez na China em 1984, disseminando-se rapidamente na Europa a partir de 1988.
É uma doença altamente contagiosa provocada por um vírus do género Calicivirus, com taxas de mortalidade de 50 a 100 %, afectando o coelho bravo europeu e os coelhos domésticos que dele derivam. A lebre europeia (Lepus sp.) e outras espécies de coelho não padecem desta doença.
A transmissão ocorre mediante contacto directo com coelhos infectados (via oral, conjuntival e respiratória) e também por transmissão indirecta, onde insectos, aves e mamíferos podem actuar como vectores importantes.
É no Outono e Inverno que ocorrem os maiores surtos de DHV.
O sinal clínico mais evidente é a morte súbita e rápida (período de incubação de 24-48 horas) dos coelhos adultos e jovens adultos, não afectando coelhos com idade inferior a 2-3 meses. Alguns animais podem apresentar sangue espumoso no nariz, edema, hemorragia e congestão da traqueia e pulmão, fígado, baço, coração e tecido linfático.


Hemorragia nasal

É um vírus muito resistente no meio ambiente, podendo permanecer na matéria orgânica dos campos 105 a 225 dias, resistindo à congelação, a temperaturas elevadas (uma hora a 50°c) e a pH baixo.
O vírus é sensível a hidróxido de sódio 10% (soda caustica), formol 1,4 % e hipoclorito de sódio 10% (lixívia).